sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
De tudo que podia, escolhi o silêncio, por ele caminhei inquieta e desejei que o tempo se apressasse.
De todos, justo o silêncio decidiu falar por mim, contar alguma coisa sem explicar.
Contei quanto tempo se passa para que aguente o silêncio, quanto tempo se passa entre chegar, calar e partir, quanta coisa se fala.
Quanto assunto tem esse silêncio!
De todos, justo o silêncio decidiu falar por mim, contar alguma coisa sem explicar.
Contei quanto tempo se passa para que aguente o silêncio, quanto tempo se passa entre chegar, calar e partir, quanta coisa se fala.
Quanto assunto tem esse silêncio!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Por onde?
O homem anda sumido. Não se vê mais o homem. Ele anda desaparecido da Cidade. E a Cidade anda desaparecida do homem.
Por onde o homem anda, ele come.
Por onde andar que proponha um levante, um levante do homem, um levante do corpo.
Que o homem se levante e ande a comer a Cidade, este blog, esta que escreve, os livros, as pessoas, os caminhos, a si mesmo... Que coma! Que ande!
Mas por onde?
Por onde o homem anda, ele come.
Por onde andar que proponha um levante, um levante do homem, um levante do corpo.
Que o homem se levante e ande a comer a Cidade, este blog, esta que escreve, os livros, as pessoas, os caminhos, a si mesmo... Que coma! Que ande!
Mas por onde?
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